that’s what moms do for their children… (spoiler alert!)
Março 11, 2008

E, finalmente, minha jornada no incrível mundo de “Terminator: The Sarah Connor Chronicles” termina, e de uma forma muito bem-feita e que conseguiu, no meu ponto de vista, marcar toda a saga dos exterminadores, que começou lá nos anos 80, com o filme “O Exterminador do Futuro”, com o Arnold.Numa trama onde o passado é implícito e que é realmente ligada aos dois primeiros filmes da série, Sarah Connor (Lena Headley, do blockbuster “300″) cuida de seu único filho, John (Thomas Dekker, o amigo da cheerleader Claire em “Heroes”), que, no futuro, ia criar uma rebelião contra a Skynet, que tenta conquistar o mundo com a ajuda de máquinas de extrema tecnológia. Várias exterminadores “do mal” são enviados para matar John e sua mãe Sarah, mas, no futuro, o garoto envia a jovem cíborgue Cameron (Summer Glau, da elogiadíssima “Firefly”), para protegê-los.
O começo dessa história ainda se passa no fim dos anos 90, pouco após os eventos ocorridos no segundo filme da saga, e conta com duas cenas de tirar todo o fôlego, sendo uma a inicial, chamando TODA a atenção do expectador. Após descobrirem que a Skynet havia conseguido destruir o mundo, diferente do que eles haviam imaginado, os Connor abandonam o novo quase-padrasto de John e, com a ajuda de Cameron, vão para o futuro, onde conseguirão parar a construção da Skynet.
Com a apresentação de todos os personagens, conseguimos identificar o papel de cada um, mesmo que o elenco de apenas 4 pessoas (os três e o agente do FBI James Ellison, interpretado pelo ator Richard T. Jones), os personagens vão sendo construídos com o passar dos episódios e conseguimos ver que a protagonista interpretada por Headley não passa de uma mãe normal que apenas quer proteger seu amado filho das desgraças desse mundo.
Ainda falando de Sarah, acho que o trabalho da atriz é ótimo e conseguiu passar mais do que apenas o personagem requer, pois conseguimos até nos identificar com todo o desespero e todo o desejo de proteção de Sarah Connor por seu filho. E o outro destaque do seriador é a jovem Summer Glau, que com 26 anos e já alguns trabalhos no currículo, consegue brilhar com a encantadora e até assustador Cameron, que consegue ir da fofura até a desumanidade com sua robótica personagem.
Do resto do elenco principal, pouco podemos falar, pois o agente James Ellison pouco participa de vários episódios e só realmente se destaca nos episódios finais (e também na sua última cena da primeira temporada, na qual vê todos os seus companheiros serem mortos pelo Cromartie e, depois, ser poupado), e, claro, John Connor, que na minha opinião, fica em segundo plano na maior parte das cenas que participa, mas, não acho que o seu personagem precise mais que o ator mediano, que pode até ser um mini-galã para as adolescentes.
Lançado no começo do ano de 2008 pelo canal americano FOX, “Terminator: The Sarah Connor Chronicles” teve a melhor marca dos últimos em termos de seriados e, acho eu, foi a melhor estréia desde “The Unit”, a uns 3 anos atrás, com cerca de 19 milhões de telespectadores. Mas, essa audiência vem caindo, mas, para minha alegria, a qualidade dos episódios só aumenta com o passar dos episódios.
Os melhores episódios da série são todos apresentados após o quinto episódio, “Queen’s Gambit”, na qual um concurso de xadrez de computador X computador acontece. Somos também apresentados ao personagem de Brian Austin Green (“Beverly Hillls: 90210″), que é o principal componente do episódio número 6, “Dungeons & Dragons”, que se passa em boa parte, no futuro, onde podemos quão trágico é o futuro da humanidade com o apocalipse da Skynet.
Atualmente, a série consegue ter melhores frases em off do que diversas outras, como “Grey’s Anatomy”, porque consegue realmente passar sentimentos e dar uma moral que, realmente, tem tudo a ver com o episódio. Outro destaque da série são os nomes dos episódios (coisas que eu simplesmente AMO), que vão desde os mais simples (como “The Turk” e “Vick’s Chip”), até coisas mais significativas (como os títulos dos episódios 5 e 6, e, também, o “The Demon Hand”, título do sétimo episódio).E por fim, tivemos a exibição da dupla season finale, que conseguiu ser eletrizante e fechar a série com todo o estilo necessário e obrigatório para a série, e até trouxe os dos cliffhanger mais inesperadores dos últimos tempos, com a Cameron, simplesmente, ligando o carro e sendo explodida, o, figuradamente, conseguiu fazer com que eu caisse da cadeira.
Segundo o ator Thomas Dekker, a série deve começar as gravações em junho, quase que declarando a renovação da série. Na minha lista de esperanças, eu só quero que a série tenha o mesmo ritmo da segunda temporada, não me decepcione como uma tal série sobre heróis conseguiu fazer, e que a Summer Glau não sai do elenco, pois, na minha opinião, é a única personagem que consegue lutar pela preferência do público com a Sarah Connor.
Espero que vocês tenham gostado da minha primeira critíca sobre séries e nos vemos em breve, com, acho eu, minha primeira review sobre essa série viciante que é “Lost”.
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1.
ivan | Março 16, 2008 at 6:23 pm
Ola meu nome eh Ivan, e gostaria de saber se quer ser afiliado do meu blog Seriados News! Se sim, deixa o button lah, que eu adicionarei em seguida.
Abraços,
Ivan Sgarabotto
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