every girl for herself in manhattan? (spoiler alert!)

Com o episódio “Dog Eat Dog”, a série “Cashmere Mafia” se despede da atual temporada americana, e, talvez, acaba sua história no mundo da séries.

A sinopse, que todo mundo nesse mundo deve conhecer por ser um tanto quanto parecida com “Sex And The City”, é bastante simples (quatro mulheres bem-sucedidas da ilha de Manhattan, NY, que são amigas desde a Bussiness School), e é basicamente parecido com o de “Lipstick Jungle”, esse sim, baseado numa outra da autora do livro que deu origem ao seriado “Sex And The City”, Candance Bushnell.

A maior e melhor, na minha opinião, diferença entre as duas séries são o desenvolvimento dos personagens. Em “Lipstick Jungle”, pelo que eu vi, já que desisti da série por motivos que depois poderei citar, apenas possui três personagens razas, enquanto que “Cashmere Mafia” é uma série onde todas as suas quatro personagens são bastante focadas (se bem que a personagem da Lucy Liu ainda não conseguiu me conquistar ainda…), sendo em seus relacionamentos mal-sucedidos, nas traições, nos trabalhos intermináveis, nas dúvidas sobre sexualidade, filhos problemáticos e, claro, na grande amizade que elas possuem, porque em todo santo episódio elas aparecem juntinhas, tomando drinks em mais um brunch ou num happy hour nos locais mais requintados de NYC.

Mia (Lucy Liu, “Ally McBeal”) trabalha numa das maiores editoras de revistas da cidade, mas, perde seu recém-noivo após o resultado de um mata-mata para saber quem seria o editor-chefe das revistas da editora. A personagem ainda não mostrou ao que veio, pois suas tramas são as mais vazias da história, sempre com seus sentimentos pelo ex-noivo e, nos últimos episódios, pelo novo namorado neuro-cirurgião e pouco tem tempo para a coitada. Já a personagem Caitlin (Bonnie Sommerville, “Grosse Pointe”) mostra ao que veio logo no primeiro episódio, no qual se sente atraída por uma mulher, uma nova empregada da companhia de cosméticos onde trabalha num dos maiores cargos, e com o passar dos episódios, se sente confusa com sua sexualidade, pois fez sexo novamente com um homem e ainda conseguiu sentir a tal da “mágica”.

As personagens que eu mais gosto na série são Zoe (Frances O’Connor, “AI: Inteligência Artificial”) e Juliet (Miranda Otto, “O Senhor dos Anéis”). A primeira é uma das sócias de uma grande companhia de advocacia, e que tem um marido arquiteto e dois filhos mais novos, tendo que conviver com o pouco tempo que tem para eles. O modo que ela se comporta com os fatos de sua vida é extremamente real e a cena no qual recebe um ursinho de pelúcio que fala “Espere um minuto, querida. Estou numa ligação de conferência!” é tocante, e o modo que ela agiu com tudo isso é muito, muito bom. E a segunda é a donzela do gelo da série, que descobre que o marido a trai, e só não o perdoa por essa mulher ser uma pessoa de convívio de Juliet. Sua trama vai de uma disputa pelo divórcio, com a dúvida da guarda da filha que fez um escândalo no colégio particular, até uma possível traição da parte dela, que havia prometido ao marido no piloto da série.

Falando do episódio, “Dog Eat Dog” não era para ser um season finale, pois não há nenhum sinal de fechamento de tramas, apenas mais um possível caso de Juliet, as conseqüências do pedido de demissão de Zoe, Caitlin tentando fazer com que seu desfile na NYFW dê certo (mas tudo acaba com um “Não importa o que você vista. O importante é que você use Lily Parrish!”, porque nenhum estilista bom é encontrado para substituir o anterior) e a Mia no final de seu relacionamento com seu novo namorado, após ele dormir nas preliminares dos dois, além da traminha do cachorro, que não teve quase nenhum sentido.

Acho que o episódio não foi pra lista dos piores da série (que só deve ter uns 2 episódios, pois a série consegue manter uma média de qualidade), mas também não foi tão bom quanto o “Conference Call”, “Stay With Me” e o “Yours, Mine And Hers”, que foram os melhores até agora.

Espero pelo renovamento da série, que só deve ser noticiado ou não no final do mês de Maio. E sugiro “Cashmere Mafia” para mais uma série para passar esse tempo de vacas magras pós-greve dos roteiristas.

Add comment Março 17, 2008

that’s what moms do for their children… (spoiler alert!)

E, finalmente, minha jornada no incrível mundo de “Terminator: The Sarah Connor Chronicles” termina, e de uma forma muito bem-feita e que conseguiu, no meu ponto de vista, marcar toda a saga dos exterminadores, que começou lá nos anos 80, com o filme “O Exterminador do Futuro”, com o Arnold.Numa trama onde o passado é implícito e que é realmente ligada aos dois primeiros filmes da série, Sarah Connor (Lena Headley, do blockbuster “300″) cuida de seu único filho, John (Thomas Dekker, o amigo da cheerleader Claire em “Heroes”), que, no futuro, ia criar uma rebelião contra a Skynet, que tenta conquistar o mundo com a ajuda de máquinas de extrema tecnológia. Várias exterminadores “do mal” são enviados para matar John e sua mãe Sarah, mas, no futuro, o garoto envia a jovem cíborgue Cameron (Summer Glau, da elogiadíssima “Firefly”), para protegê-los.
O começo dessa história ainda se passa no fim dos anos 90, pouco após os eventos ocorridos no segundo filme da saga, e conta com duas cenas de tirar todo o fôlego, sendo uma a inicial, chamando TODA a atenção do expectador. Após descobrirem que a Skynet havia conseguido destruir o mundo, diferente do que eles haviam imaginado, os Connor abandonam o novo quase-padrasto de John e, com a ajuda de Cameron, vão para o futuro, onde conseguirão parar a construção da Skynet.
Com a apresentação de todos os personagens, conseguimos identificar o papel de cada um, mesmo que o elenco de apenas 4 pessoas (os três e o agente do FBI James Ellison, interpretado pelo ator Richard T. Jones), os personagens vão sendo construídos com o passar dos episódios e conseguimos ver que a protagonista interpretada por Headley não passa de uma mãe normal que apenas quer proteger seu amado filho das desgraças desse mundo.
Ainda falando de Sarah, acho que o trabalho da atriz é ótimo e conseguiu passar mais do que apenas o personagem requer, pois conseguimos até nos identificar com todo o desespero e todo o desejo de proteção de Sarah Connor por seu filho. E o outro destaque do seriador é a jovem Summer Glau, que com 26 anos e já alguns trabalhos no currículo, consegue brilhar com a encantadora e até assustador Cameron, que consegue ir da fofura até a desumanidade com sua robótica personagem.
Do resto do elenco principal, pouco podemos falar, pois o agente James Ellison pouco participa de vários episódios e só realmente se destaca nos episódios finais (e também na sua última cena da primeira temporada, na qual vê todos os seus companheiros serem mortos pelo Cromartie e, depois, ser poupado), e, claro, John Connor, que na minha opinião, fica em segundo plano na maior parte das cenas que participa, mas, não acho que o seu personagem precise mais que o ator mediano, que pode até ser um mini-galã para as adolescentes.
Lançado no começo do ano de 2008 pelo canal americano FOX, “Terminator: The Sarah Connor Chronicles” teve a melhor marca dos últimos em termos de seriados e, acho eu, foi a melhor estréia desde “The Unit”, a uns 3 anos atrás, com cerca de 19 milhões de telespectadores. Mas, essa audiência vem caindo, mas, para minha alegria, a qualidade dos episódios só aumenta com o passar dos episódios.
Os melhores episódios da série são todos apresentados após o quinto episódio, “Queen’s Gambit”, na qual um concurso de xadrez de computador X computador acontece. Somos também apresentados ao personagem de Brian Austin Green (”Beverly Hillls: 90210″), que é o principal componente do episódio número 6, “Dungeons & Dragons”, que se passa em boa parte, no futuro, onde podemos quão trágico é o futuro da humanidade com o apocalipse da Skynet.
Atualmente, a série consegue ter melhores frases em off do que diversas outras, como “Grey’s Anatomy”, porque consegue realmente passar sentimentos e dar uma moral que, realmente, tem tudo a ver com o episódio. Outro destaque da série são os nomes dos episódios (coisas que eu simplesmente AMO), que vão desde os mais simples (como “The Turk” e “Vick’s Chip”), até coisas mais significativas (como os títulos dos episódios 5 e 6, e, também, o “The Demon Hand”, título do sétimo episódio).E por fim, tivemos a exibição da dupla season finale, que conseguiu ser eletrizante e fechar a série com todo o estilo necessário e obrigatório para a série, e até trouxe os dos cliffhanger mais inesperadores dos últimos tempos, com a Cameron, simplesmente, ligando o carro e sendo explodida, o, figuradamente, conseguiu fazer com que eu caisse da cadeira.
Segundo o ator Thomas Dekker, a série deve começar as gravações em junho, quase que declarando a renovação da série. Na minha lista de esperanças, eu só quero que a série tenha o mesmo ritmo da segunda temporada, não me decepcione como uma tal série sobre heróis conseguiu fazer, e que a Summer Glau não sai do elenco, pois, na minha opinião, é a única personagem que consegue lutar pela preferência do público com a Sarah Connor.
Espero que vocês tenham gostado da minha primeira critíca sobre séries e nos vemos em breve, com, acho eu, minha primeira review sobre essa série viciante que é “Lost”.

1 comment Março 11, 2008

addicted

Vocês sabem quando uma série logo te vicia no primeiro episódio, ou seja, no próprio piloto? Acho que esse é o exemplo de “Lost”, que comecei a ver agora por quase que insistência de amigos e dos escritores de blogs de séries que leio todo santo dia que entro na net.

Bem, voltando a falar de “Lost”… Segunda a minha opinião, quase nenhuma série consegue conquistar a atenção das pessoas como essa série conseguiu, e olha que eu apenas vi as duas partes do piloto, mas já estou com todos os episódios até o 3.02 (”The Glass Ballerina”) baixados e prontinhos para ver, mas, infelizmente, estou deixando para após que me atualizar em outras séries (vulgo “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”) e ver alguns filmes que ainda estão na fila (como “Persepolis”, “Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet”, “Os Goonies” e “Eu Sou A Lenda”).

Assim que eu terminar de ver essas coisas, vou me preparar pra começar a tomar doses de “Lost”, acho eu, todo dia até me atualizar com os EUA.

Bem, esse é o fim do meu primeiro post no blog e espero que eu consiga sempre atualizá-lo com as os episódios e filmes que vi recentemente, okay? Ah, quase ia me esquecendo, meu nome é Victor… Victor Poroca, mais um fanático nessa maravilhosa série chamada “Lost”, mais, como meu amigo falou, eu ainda sou um “virgem” na trama da ilha.

1 comment Março 10, 2008


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